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Nesta quinta-feira (27/3), o governo dos EUA emitiu um alerta à Venezuela sobre possíveis ações militares contra a Guiana e instalações da petrolífera Exxon Mobil. A resposta do regime de Nicolás Maduro foi imediata: “Não cedemos a intimidações”, declarou o chanceler Yván Gil Pinto.
Desde 2023, a Venezuela intensificou sua reivindicação sobre a região do Essequibo, que corresponde a dois terços do território guianense. Em abril de 2024, Maduro chegou a aprovar uma lei anexando a área, mas a medida ainda não saiu do papel.
O alerta dos EUA ocorreu após uma reunião entre o secretário de Estado americano e o presidente da Guiana, Irfaan Ali. O senador Marco Rubio reforçou o tom, afirmando que a Venezuela teria “um dia ruim” se avançasse militarmente.
Em resposta, o governo venezuelano:
No início de março, a Guiana denunciou que a guarda costeira venezuelana invadiu suas águas territoriais, aproximando-se de uma área explorada pela Exxon Mobil. O incidente reacendeu temores de um conflito aberto na América do Sul.
Especialistas alertam que uma escalada militar na região poderia afetar o preço do petróleo e desestabilizar fronteiras históricas. Enquanto isso, a comunidade internacional acompanha com atenção.