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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contestou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão acusa Bolsonaro de envolvimento em uma tentativa de golpe para reverter os resultados das eleições de 2022. Além disso, a denúncia foi formalizada no Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro de 2025, sob a liderança do procurador-geral Paulo Gonet.
De acordo com a PGR, investigações apontam que Bolsonaro liderou uma organização criminosa. O objetivo seria minar a confiança no sistema eleitoral e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As acusações incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada.
A defesa de Bolsonaro qualificou a denúncia como “inepta” e baseada em delações premiadas contraditórias. Os advogados argumentam que não há evidências concretas ligando o ex-presidente aos supostos planos golpistas. Eles ressaltam que Bolsonaro sempre atuou dentro dos limites constitucionais. O ex-presidente nega veementemente as acusações, classificando-as como perseguição política.
A denúncia gerou repercussão internacional, com veículos como CNN Internacional, El País, The New York Times e The Guardian destacando o caso. Esses meios ressaltaram a gravidade das acusações e o potencial impacto na estabilidade democrática do Brasil. O caso é visto como um teste para a democracia brasileira.
O STF, por meio do ministro Alexandre de Moraes, analisará a denúncia. Caso aceita, Bolsonaro se tornará réu, e o processo seguirá para a Primeira Turma do Tribunal. A turma é composta pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino. A expectativa é que a análise ocorra ainda no primeiro semestre de 2025.