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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta sexta-feira (28) a demissão do técnico Dorival Júnior do comando da Seleção Brasileira. A decisão foi tomada após uma reunião entre o presidente Ednaldo Rodrigues e a diretoria da entidade, que avaliou negativamente os resultados obtidos pelo treinador em seus 16 jogos à frente do time nacional.
Dorival Júnior assumiu a Seleção em um momento delicado e deixou o cargo com um retrospecto modesto: sete vitórias, sete empates e duas derrotas. O que pesou decisivamente na demissão foi a recente goleada sofrida para a Argentina por 1 a 0 na última terça-feira (25), em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, foi enfático ao afirmar que a entidade já inicia imediatamente a busca por um substituto, mas negou que existam conversas adiantadas com qualquer outro técnico no momento. “A direção agradece ao profissional e deseja sucesso na continuidade de sua carreira”, disse a CBF em nota oficial.
Analisando os números de Dorival à frente da Seleção:
– Aproveitamento de apenas 43,7%
– Média de 1,75 gols marcados por jogo
– Média de 0,68 gols sofridos por jogo
– Derrotas para Marrocos (amistoso) e Argentina (Eliminatórias)
Especialistas apontam que, além dos números, faltou ao time uma identidade clara de jogo. A Seleção oscilou entre diferentes formações e não conseguiu estabelecer um padrão ofensivo eficiente.
A CBF já estuda nomes para substituir Dorival Júnior. Entre os principais cotados estão:
1. Carlo Ancelotti (Real Madrid) – O sonho antigo da CBF, mas com contrato até julho de 2026
2. Jorge Jesus (Al-Hilal) – Conhece bem o futebol brasileiro, mas tem contrato longo
3. Abel Ferreira (Palmeiras) – Bom retrospecto, mas resistência do clube
A CBF promete agilidade no processo de escolha do novo comandante, visando dar estabilidade ao projeto rumo à Copa do Mundo de 2026.