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A Polícia Civil do Pará prendeu, nesta quarta-feira (19), Arlindo de Aquino Pedrosa, acusado de exercício ilegal da medicina, realização de abortos clandestinos e posse de material pornográfico infantil. A operação, batizada de “Nascituro”, foi conduzida pela Delegacia do Consumidor (DECON) e resultou na interdição de uma clínica que funcionava como fachada para práticas criminosas.
Arlindo atuava em uma clínica que se apresentava como um espaço de saúde para atendimento ginecológico e obstétrico. No entanto, o estabelecimento era usado para a prática de abortos ilegais. O Conselho Regional de Medicina do Pará informou que o registro profissional de Arlindo foi cassado em 2015 por violar artigos do código de ética médica, o que o impedia de exercer a profissão em todo o território nacional. Apesar disso, ele continuou atuando ilegalmente por dez anos.
Durante a operação, a polícia interditou a clínica e apreendeu equipamentos eletrônicos que continham imagens de conteúdo sexual envolvendo menores. O delegado Yuri Vilanova, titular da DECON, afirmou que, no momento da ação, diversas mulheres aguardavam atendimento na clínica. Foram encontradas provas que confirmam os crimes cometidos por Arlindo, incluindo a realização de abortos ilegais.
Nas redes sociais, internautas relataram que a clínica operava há mais de vinte anos e já era conhecida pela prática clandestina de abortos. A polícia agora investiga se o material pornográfico apreendido era compartilhado por Arlindo e se há outras pessoas envolvidas no esquema.