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Caso Vitoria: Polícia conclui que Maicol Sales agiu sozinho

Laudos apontam perseguição obsessiva e monitoramento da vítima antes do crime

A investigação sobre a morte de Vitória Regina de Souza, de 17 anos, em Cajamar, na Grande São Paulo, teve uma reviravolta nesta sexta-feira (15). A Polícia Civil concluiu que Maicol Sales dos Santos, único preso até o momento, pode ter agido sozinho no crime.

Laudos periciais revelaram que Maicol perseguia Vitória desde o ano passado. No celular do suspeito, foram encontradas provas relevantes, incluindo um print de uma publicação feita por Vitória em uma rede social, na qual ela informava que estava voltando para casa na noite de 26 de fevereiro.

Monitoramento e sequestro

A postagem de Vitória, que aguardava um segundo ônibus, foi usada por Maicol para monitorar seus passos. Câmeras de segurança registraram o carro do suspeito, um Toyota Corolla prata, no local onde a jovem foi sequestrada. O corpo de Vitória foi encontrado uma semana depois em uma área de mata em Cajamar.

Perfil de “stalker”

A perícia também encontrou no celular de Maicol fotos de outras mulheres que se parecem fisicamente com Vitória, o que chamou a atenção dos investigadores. Para a polícia, isso reforça o perfil do suspeito como um “stalker” – termo que define um perseguidor obsessivo.

Tortura e violência

Segundo os laudos, Vitória foi mantida em cativeiro, torturada e teve os cabelos raspados. Os peritos trabalham com a tese de que ela tenha sido violentada sexualmente antes de ser morta por um corte profundo no pescoço, que causou hemorragia fatal.

Próximos passos

Os laudos que indicarão se os vestígios de sangue encontrados no carro e na casa de Maicol pertencem a Vitória devem ser entregues na próxima segunda-feira (18). O advogado de defesa do suspeito afirmou que seu cliente se declara inocente e que as provas apresentadas até o momento são superficiais.

Outros suspeitos

Outros dois homens, o ex-namorado de Vitória e um amigo dele, chegaram a ter a prisão pedida pela polícia, mas a solicitação foi negada pela Justiça. Embora ainda sejam formalmente investigados, as suspeitas contra eles perderam força.

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