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Uma mulher foi brutalmente espancada, mantida nua e impedida de fugir pelo próprio companheiro durante horas de tortura dentro de casa, no bairro Jardim Ipiranga, em Sumaré (SP). O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (2) e chocou a cidade pela crueldade. O agressor, de 26 anos, foi preso em flagrante por tentativa de homicídio, tortura e violência doméstica.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima ficou trancada dentro de casa desde a tarde de terça-feira (1º) junto com seus dois filhos pequenos – um bebê de oito meses e uma criança de três anos. Durante o cárcere privado, o homem:
✔ Espancou a mulher repetidamente, mesmo com o bebê no colo;
✔ Drogou-se na frente das crianças, aumentando o risco de violência;
✔ Ameaçou matar o filho de 3 anos se a mãe tentasse fugir.
O bebê, que caiu no chão durante as agressões, sofreu um traumatismo craniano e foi levado às pressas para a UPA Macarenko. A mãe também foi hospitalizada com múltiplas lesões pelo corpo.
Na manhã de quarta-feira, a mulher aproveitou um momento de distração do agressor e correu para a rua gritando por socorro. Vizinhos, ao ouvirem os pedidos de ajuda, chamaram a Polícia Militar. O homem tentou impedir a fuga ameaçando matar a criança, mas foi detido minutos depois, enquanto caminhava pelo bairro.
“Ele confessou a briga e a faca usada nas agressões foi apreendida”, informou a polícia. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sumaré.
✔ Sinais de Alerta:
✔ O Que Fazer?
1️⃣ Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) – o serviço é gratuito e sigiloso.
2️⃣ Acione a Polícia Militar (190) se a violência estiver ocorrendo na hora.
3️⃣ Ofereça abrigo seguro se conhecer a vítima e puder ajudá-la a sair de casa.
✔ Dados Alarmantes (Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública):
De acordo com fontes policiais, o homem já tinha histórico de violência, mas a vítima nunca havia formalizado denúncia anterior. Especialistas explicam que muitas mulheres silenciam por:
“Isso é clássico em relacionamentos abusivos: o agressor isola a vítima para controlá-la”, explica a psicóloga Dra. Carla Furtado, especialista em violência de gênero.
O bebê de 8 meses e a criança de 3 anos presenciaram toda a agressão. Segundo pediatras, traumas como esses podem causar:
🚨 Pesadelos e terror noturno.
🚨 Atraso no desenvolvimento da fala e habilidades motoras.
🚨 Comportamento agressivo ou extremamente retraído.
“Crianças expostas à violência doméstica têm 3x mais chances de repetir esse padrão na vida adulta”, alerta a Sociedade Brasileira de Pediatria.
O agressor responderá por:
Ele passará por audiência de custódia e, se condenado, pode pegar mais de 15 anos de prisão.
✔ Doe para abrigos de mulheres em Sumaré (ex.: Casa da Mulher Brasileira).
✔ Compartilhe números de ajuda como o 180 e o Disque 100 (para crianças).
✔ Denuncie se testemunhar violência – seu anonimato é garantido por lei.
“Nenhuma mulher deve passar por isso. A sociedade precisa agir”, reforça a delegada titular da DDM, Dra. Ana Lúcia Mendes.